quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O Porto, carago!

Já não ia ao Porto faz mais de 10 anos e quando, ainda jovem, não me surpreendeu aquela cidade. Porém, talvez amadurecido, voltei para desfrutar um pouco da vida dessa cidade. Confesso que se tornou numa agradável surpresa em todos os aspectos. Na simpatia, na gastronomia e na paisagem, óptima para fotografar. A par de me reunir com familiares, a fotografia era também um objectivo. Ficou longe de ser saciado a vontade de fotografar, mas que fique escrito que o Porto é lindo. Quero ver se volto, com mais tempo para fotografar, estar com os meus primos e claro, para comer aquelas sandes de presunto pelas quais ainda salivo.





sábado, 9 de novembro de 2013

Inspirador

Sem dúvida que o Mundo em que vivemos revela-se pejado de problemas e, muitos de nós, jamais teremos a oportunidade de sentir este vídeo de uma forma completa, pelos azares da vida, outras agruras ou incapacidades. Deixem-se contagiar, pela fotografia, pela palavra e pela música. Aqui posto, um discurso inspirador, com imagens não menos inspiradoras onde os sonhadores se deliciarão com a abordagem à vida feita desta forma, tão simples. Faz-me sentido pensar assim e, mesmo que por vezes seja demasiado duro com o Macaco Nu que vive atribulado dentro de nós; podemos fazer melhor, sempre que conhecemos alguém, sempre que nos vemos envolvidos numa situação virtuosa e com potencial. Vamos aproveitar esta magnífica viagem? Vamos, pois é única e intransmissível.
Agradeço ao amigo Hugo por este achado. Parafraseando-o; "Um timelapse resume um pouco o que queremos da vida… fatiá-la para desfrutar das melhores fatias.". Nem mais!
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Um dia, nunca é só um dia. É uma dádiva do Universo.
Olhem para o Céu, pelos menos uma vez nesse dia e lembrem-se do quão especial somos neste vasto Universo que nos acolheu, possivelmente, para todo o sempre.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

São Miguel

Poderia ter sido um desastre, pois o tempo não ajudou. Um nevoeiro cerrado não deixou ver nada mais do que as nossas mãos, porém o que podia ter sido um desaire completo, tornou-se numa excelente experiência pelos Açores com novas descobertas (salto do Cabrito e Salto do Prego) e os inúmeros encantos da região.


Em minha companhia levei, nada mais, nada menos, que as duas melhores amigas – pessoas preponderantes na minha vida e que, contra tudo e contra “todos”, se mantiveram ao longo do tempo ao meu lado -, que tenho. Puxando pela imaginação tentaram chegar à ideia da Lagoa do Fogo ou das Sete cidades, pois com o nevoeiro existente na altura só a imaginação podia dar vida às montanhas e vales de São Miguel. Já de cabisbaixo, o Sol fez das suas e deu um ar de sua graça. Foi no último dia foi possível ver “tudo” e aí mostrar do que é feito aquela terra que toca a magia. Continuo a dizer – não conheço todo o Portugal -, é a região mais bonita de Portugal. Porém, ainda não sabíamos que esse último dia não seria o último, mas sim o penúltimo, pois com o voo de regresso estava cheio, tivemos que ficar mais um dia pelos Açores, onde descobrimos o salto do prego; uma maravilha da natureza. 

Quem sempre nos ajudou foi um Hyundai-Picanto que, sendo um 1000 de cilindrada, fez de 4x4 em subidas íngremes, e pisos manhosos. Que máquina! Qualquer coisa que não fosse uma descida, ou queda livre, não passava dos 60Kms/h, recorrendo sistematicamente à 1ª velocidade para sentirmos todo o seu poder – Nenhum! Ainda bem que tínhamos uma música para descontrair. “Bailámos” ao som dos Velvet Carochinha! Que malha!

Fomos sempre recebidos com um sorriso nos lábios. Gentes de boa rês que facilitam o contacto e o gosto pela terra. Ficámos num hotel bastante simpático (Hotel Arcanjo – Lagoa), com uma excelente relação qualidade/preço. Relembro que, ir a São Miguel à descoberta, não é para fazer Spas ou estar na piscina, portanto, um hotel tem que ter boa cama e pessoas simpáticas à volta, sempre prontos a ajudar. Adorei o pessoal do Hotel. Não me queria ir embora sem dizer que tivemos o prazer de comer num restaurante pitoresco perto do Hotel com uma excelente comida da terra; (Casa de pasto – Restaurante). Vale bem a pena deliciar-nos com tudo o que tem para oferecer.


Foi uma boa viagem, sempre na companhia dos melhores. São estas coisas que interessam na vida. Quem sabe se para o ano não vamos até ao Pico com mais pessoas. Ou então, vá, até Caxias. ;) Lanço o mote.

Aquele abraço,

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Do céu para os Homens

Play me first

Ouve-se um trovão, seguido de um silêncio. Nunca saberemos porque o fazemos, pelo que consta, fazemo-lo desde os primórdios do tempo mantendo assim a ordem e a regeneração de toda a vida no Universo que lhe cabe na palma da mão. Somos aos milhões, voando numa amálgama dourada onde a luz se multiplica a cada bater de asas, num zimbório de calor maternal, um frenesim mudo de corpos despidos pendurados em asas brancas que rodopiam entre o caos e a harmonia até chegar a hora de nos deixarmos ir. É a missão que todos temos, dando continuidade ao tempo até que ele meta fim a si próprio. Aqui também pensamos no que existirá depois do tempo acabar e o porquê de ele existir, levamos connosco essa única curiosidade grandiosa que nos apoquentará até ao fim da nova vida.

Descontraímo-nos. Num último sopro olhamos para trás e contemplamos o que deixamos. Aquilo que os humanos chamam céu, é um simples assento onde vagueamos dentro de nós pensando e repensando o que queremos voltar a fazer e, aí, ninguém sabe em que nos tornaremos. Entramos no carrossel como se o tivéssemos feito desde sempre, andamos em círculos até chegar a nossa vez. Somos sonho, somente isso, vislumbre do que será uma vida depois de nos despirmos de todos os sentimentos e sabedorias. Fechamos os olhos e desconectamos do mundo divino. Abraçamos a morte com um beijo inocente, na saudade de voltar para sempre aos seus braços. 

O corpo contrai-se, resquícios de termos sido outrora humanos. A mão que nos segura, larga-nos num espaço que nos parece infinito. A viagem parece-nos longa, repleta de penas soltas e redopios. Tornamo-nos pesados, tão pesados que as asas são arrancadas do nosso corpo. Gritamos não pela dor, mas pela viagem, que a fizemos vezes sem conta mas que, mesmo assim, sentimos medo. 
 
As imagens apagam-se com o tempo, as memórias soltam-se do espirito. Dá-se o enlace, caímos num mar quente, tão quente como no princípio do tempo. Cegos, sem memória, sem asas, assim nascemos para o mundo empalamado, com o choro de um grito.

- Parabéns, é um menino.

(dedicado à minha querida amiga Vera, com os meus parabéns pela tão difícil conquista)


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O sonho no Inconsciente

Depois de caminhar durante uma vida, chego ao meu mais profundo e inóspito interior. Entre milhares de feixes luminosos, sons e sensações nunca antes sentidas percorro toda minha vida em pouco mais de dois segundos. Dois portões que se perdem numa infinita altura surgem pela frente, parando todo e qualquer movimento da minha caminhada. Este frontispício forjados a ferro fundido, calcinado pelo padrasto tempo, é assustador. Sinto com as minhas mãos um áspero e arrepiante som metálico, aquando forço a entrada. Algo me diz que não devia estar por ali. Pequenas e grandes estátuas movem-se lentamente, olhando para o meu esforço estóico, quase aflitivo para passar a barreira metálica que me encarcerava do lado de fora. Pequenas lascas de pedra saltam dos seus corpos em movimento repousando sem qualquer som num chão rochoso e sujo. Parece que não se moviam faz tempo; muito tempo. O portão fica entreaberto para não mais mover-se. Morre o seu guincho dilacerante. Sinto as centenas de estatuetas semi-humanas fixarem-me no seu curto horizonte. Todo o ambiente é húmido, colorido a cinzento pintalgado de verde seco. Arrepia estar por ali, sozinho. Um pequeno raio de luz atravessa todo o ambiente vindo do céu. Faz-me lembrar quando num dia coberto de nuvens negras um raio de sol abre caminho até ao mar. Esse raio projectava-se sobre uma poltrona, grandiosa e imponente pelos detalhes. Aproximo-me, sempre vigiado pelos inúmeros olhos de pedra que fazem questão de me marcar. Deambulando pelos trilhos do caminho sinuoso, consigo chegar até ao espécime híbrido que se encontra sentado e iluminado. A sua cabeça de cavalo puída pelo tempo começa a estalar, tentando endireitar-se para me olhar. Dou um passo atrás, assustado com o que vejo. De repente o seu único olho interroga o consciente. 

– Que me queres? – Pergunta com desdém. Ainda surpreendido por toda a envolvente respondo-lhe de sobrolho inquisitório. 

- Onde estou? – Começa a murmurar entre dentes uma linguagem que não entendo. Ecoava por todo o lado numa gravidade crescente, fazendo lascar os demais pilares jónicos que seguravam a névoa celestial. Quando olho para trás todas as estatuas estava alinhadas geometricamente. 

– Este é o teu inconsciente.

Entro em sobressalto para tentar perceber o que se passa à minha volta. Ele continua. 

- Foi isto que construíste ao longo dos tempos. Nunca vieste para perceber o teu íntimo e mortal instinto. Esta é a tua profundeza inóspita. Aqui jazem os teus mais profundos pensamentos, os teus receios e os sonhos que nunca quiseste vingar.

Olho em redor, começando a reconhecer as pequenas e grandes estatuetas com alguns objectos nas mãos. Objectos que me traziam resquícios de vontades já passadas e cilindradas pelo tempo. Aquele avião pequeno, aquele tubo de ensaio, um livro, um violino, a bola, a raquete e os demais, implodiram em mim. A saudade encheu-me o pensamento, mas logo sou acordado desse sonho inconsciente.

– Portanto o que te pergunto é o seguinte: Olha para ti como se olhasses para um estranho. O que vês?

As estátuas começam a desfazer-se e as grandes colunas jónicas zumbem ao sabor da queda que as transformam em poeira cimentada. O último a desaparecer foi o híbrido, cuja cabeça de cavalo se transformava a golpes de erosão numa cabeça humana. Reconheci-a.
Acordo com essa pergunta na cabeça. Existe um manuscrito em cima da minha cama, perto da minha cabeça que resvala entre duas almofadas.

“ Vive os teus sonhos. Transforma a tua vida. “
  


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Para que nunca se esqueça.


"Tenho 46 anos, e sou membro do NSDAP desde 1922; membro da SS desde 1934, e da Waffen SS desde 1939. Fui membro da Unidade de Guarda da SS, mais conhecida como Totenkopfvërband desde Dezembro de 1934. Fui administrador dos campos de concentração desde 1934, servindo em Dachau até 1938; Então como auxiliar em Sachsenhausen de 1938 a 5 de Janeiro de 1940, quando fui promovido ao posto de Comandante de Auschwitz.

Permaneci em Auschwitz desde 12 de Janeiro de 1943 e estimo que no mínimo 2,5 milhões de vítimas foram executadas e portanto exterminadas lá por envenenamento gasoso e carbonização, e no mínimo outras 500 mil sucumbiram à doenças e à inanição, totalizando assim aproximadamente 3 milhões de mortes. Esta cifra representa mais ou menos 70 ou 80% de todos os prisioneiros que para Auschwitz foram enviados, os demais foram seleccionados e usados para o trabalho escravo nas indústrias dos campos de concentração; inclui-se dentre os que foram executados aproximadamente 20.000 russos, prisioneiros de guerra que foram entregues em Auschwitz por oficiais da Wehrmacht, e nos transportes da mesma. O restante das vítimas inclui mais ou menos 10.000 judeus alemães e um grande número de cidadãos, maioritariamente judeus, da Holanda, França,Bélgica, Polónia, Hungria, Tchecoslováquia, Grécia e de outros países.

Nós executamos aproximadamente 400.000 judeus Húngaros em Auschwitz no verão de 1944. Execuções em massa através de envenenamento gasoso tiveram início durante o verão de 1941 e continuaram até 1944. Eu, pessoalmente, supervisionei tais execuções em Auschwitz até 12 de Janeiro de 1943, e sei o porquê de ter continuado em minhas funções, na superintendência dos campos de concentração, W V H A, nos quais tais execuções prosseguiram como declarado acima. Todas as execuções por envenenamento gasoso ocorreram sob ordens directas da RHSA (Reichssicherheitshauptamt), eram portanto de sua total responsabilidade. Sendo assim recebi todas as ordens de executar tais genocídios directamente da RSHA. A solução final da questão Judaica significou o completo extermínio de todos os Judeus na Europa.

Outro melhoramento que fizemos em relação ao campo de Treblinka, além do Zyklon B, foi termos construído cada uma de nossas câmaras com capacidade para acomodar 2.000 pessoas, enquanto em Treblinka cada uma de suas dez câmaras tinha capacidade de acomodar 200 pessoas. O modo como nós seleccionávamos nossas vítimas era a seguinte: Nós tínhamos 2 médicos da SS a serviço em Auschwitz, para examinar os prisioneiros recém-chegados. Tais prisioneiros seriam encaminhados para um dos doutores que faria rápidas considerações e decisões acerca do futuro do mesmo. Aqueles que eram compatíveis para o trabalho eram enviados para os campos, enquanto outros eram enviados imediatamente para as instalações de extermínio. Crianças eram invariavelmente eliminadas, pois suas idades as desabilitavam ao trabalho. Ordenaram-me estabelecer instalações de extermínio em Auschwitz em Junho de 1941. Naquele tempo já havia 3 outros campos de extermínio: Belzek, Treblinka e Wolzek. Tais campos estavam sob o Einsatzkommando da SD(Sicherheitsdienst). Visitei Treblinka para descobrir como executar tais extermínios. O Comandante do Campo de Treblinka contou-me que tinha conseguido liquidar 80.000 no curso de metade de um ano e que era encarregado do extermínio de todos os judeus do Gueto de Varsóvia. Ele usou monóxido de Carbono pra tal finalidade, mas não achei que seus métodos eram suficientemente eficientes. Então construí o complexo de extermínio e introduzi o Zyklon B, que era ácido prússico cristalizado. Tal ácido era lançado nas câmaras por um pequeno orifício. Nós sabíamos quando todos já haviam morrido, porque eles paravam de gritar, geralmente esperávamos mais ou menos meia hora antes de abrirmos as portas para remover os corpos. Depois de removidos, tínhamos de tirar os anéis dos cadáveres e extrair seus dentes de ouro.
Auschwitz-Birkenau

Outra benfeitoria em relação à Treblinka, foi que neste supracitado campo, a vítima já tinha conhecimento de que seria aniquilada, já em Auschwitz nós nos esforçávamos para enganar as vítimas, fazendo nas pensar que seriam submetidas a um processo de retirada de piolhos. É claro que frequentemente eles percebiam nossas reais intenções, e tínhamos portanto confusões e dificuldades, devido a este fato. Muitas vezes as mulheres escondiam seus filhos debaixo de suas roupas, mas nós os encontrávamos e mandávamos os mesmos para o extermínio. Tentávamos executar tais extermínios em segredo, mas o terrível e repugnante odor da contínua carbonização dos corpos permeava entre os que viviam em Auschwitz, a ideia do que lá ocorria.

Nós recebíamos de tempo em tempo prisioneiros especiais do gabinete da Gestapo. O médico da SS assassinava tais prisioneiros por injecções de Benzeno. Tais médicos tinham ordens para forjar certificados de óbito comuns e pôr nos mesmos quaisquer razões para todas as mortes. De vez em vez conduzíamos experimentos médicos em prisioneiras, incluindo esterilização e experimentos relacionados ao câncer. A maioria das pessoas que morriam nestas experiências já haviam sido condenadas à morte pela Gestapo.

A declaração acima é veraz, por mim ela foi feita voluntariamente, sem qualquer tipo imposição. Tenho assinando-a em Nuremberga, Alemanha, em 4 de Abril de 1946”. — Excerto do testemunho dado por Rudolf Hoss no Julgamento de Nuremberg.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Política é caso de Polícia? Não, é caso para o Povo.


Em que se transformou a política nestes tempos modernos, onde todos defendemos a democracia, mas o mais elementar instrumento não o utilizamos para proveito próprio; o voto. Agora que ouvimos falar em cortes na ordem dos 8% nos ordenados da função pública acima dos 600 euros, penso; no que anda o povo a fazer? No que andamos todos nós a fazer? Será que no acto eleitoral estamos a ser devidamente representados na assembleia? Somos ensinados que esta república representativa represente – passo a redundância -, o povo no parlamento mas, não creio que exista nenhuma pessoa que antes de votar soubesse o que se iria passar. 

Bem sei que esta conjectura não é favorável em toda a Europa, muito menos para os P.I.G.S, mas nesse caso estamos a ser enganados todos os dias. No acto eleitoral, votamos num menu onde só conhecemos o chefe da cozinha e esse mesmo chefe, com toda a pompa e circunstância, apresenta o cardápio que nos faz ou não ficar com água na boca. Quem não gosta de comida elaborada? Todos, penso. Porém, esse cozinheiro sabe, de antemão, que não tem batatas, arroz, filet mignon nem nenhuma especiaria para confeccionar o alimento, contudo vende o produto como sendo o de melhor qualidade. O pior acontece quando mandamos vir o prato escolhido pela maioria e nos deparamos com um prato sem filet mignon. Há lá qualquer coisa, mas não é o filet mignon. O nosso cérebro entra em negação e as nossas papilas gustativas transformam aquela argamassa em filet mignon. É essa a capacidade que o nosso cérebro tem. A realidade não espera por nos bater à porta e o Chefe de cozinha que agora elegeu a seu belo prazer os seus sub-chefes, dita o que vamos comer nos próximos 4 anos. Reparamos então que nada tem a ver com a carne tenra apregoada. Mas… e depois?

A analogia política é fácil de fazer, é sempre preocupante constatar que o governo que apresentou um menu antes de ser eleito, se distanciou abismalmente do mesmo. Não nos podemos esquecer que sem NÓS eles não podem nada. Portanto, nas próximas eleições votem, pois ao que parece – tendo em conta a taxa de não votantes -, metade de Portugal está-se borrifando para isto. Até quando é que vamos ter medo deles? Eles precisam de nós, mais do que nós deles. 

Sei que o medo de perder tudo faz o povo ter ainda mais medo e vamos aceitando estas  medidas, com pouca ou grande dificuldade, mas aceitamo-las. Por muitas greves que se façam, seja no terreiro do paço, seja na ponte, a máquina do cozinheiro vai continuar a desvirtuar o menu apresentado. Só nos resta o tribunal constitucional para travar esta megalomania. Lembro que há pessoas que já nada têm e que se olhavamos para a Grécia com olhos de desconfiado, está na altura de olharmos melhor para o futuro de Portugal.

Deixo um pequeno vídeo, com a esperança de passar a mensagem de que o Povo continua a alimentar esta espécie de pessoas na política e portanto, cabe ao povo, através do voto, destituir esta … gentinha.


Já agora acrescento que, esse primeiro ministro a que PPC se refere (como mentiroso) é José Sócrates. Irónico não é?